-T4 –

T4, quando dada isoladamente, inibe o nosso eixo hipotálamo-hipofisário para se atingirem doses eficazes.
Múltiplos estudos referem melhor tolerância mas não melhor eficácia.
-T3-T4-

Baixam melhor o colesterol
O reflexo do tendão aquiliano é reposto mais rapidamente
Previne a formação de bócio
Melhoria dos sintomas mais ampla
Atingimos mais facilmente um nível de T3 sérico (com T4 temos de dar doses mais elevadas para termos o mesmo nível).

Atingimos mais facilmente um nível tissular adequado do que só com T4 (estudos em ratos)

Potência da T3 é estável. A da T4 varia

A estabilidade da T3 também é maior que a da T4

A absorção intestinal da T3 quando ligada á T4 é melhor que da T4 sózinha (95% contra 35-67%)

Há inibição da conversão da T4 em T3:

– Com o aumento da idade
– Deficiências hormonais (deficit de T3)
– Stress
– Distúrbios digestivos
– Déficits de oligoelementos vários (selénio, ferro, zinco)
Logo se dermos só T4 não suprimimos a quantidade necessária

É curioso observarmos que necessitamos de pequena quantidade que seja de T3 para uma melhor conversão de T4 em T3. Assim suprimos uma quantidade mínima de T3 ao mesmo tempo que favorecemos a conversão da T4 em T3.

 

A T3 é a hormona mais importante. Não a T4.

5 vezes mais T3 do que T4 nos tecidos
É o nível de T3 e não de T4 que determinam a sobrevivência, nos estudos de mortalidade.