É patologista clínica e durante 18 anos teve um laboratório de análises clínicas direcionado sobretudo para mulheres. Mas a aproximação da menopausa, e a ideia de que o que se fazia em Portugal para a enfrentar não era o mais adequado, levaram Ivone Mirpuri a Bruxelas, Las Vegas e Toronto, onde se especializou em medicina antienvelhecimento e modulação hormonal, área a que se dedica com paixão há mais de dez anos. Se quer viver a segunda parte da vida com qualidade, talvez seja bom ler esta entrevista.

Entrevista de Catarina Pires | Fotografias de Paulo Alexandrino

A sua especialidade é patologia clínica, mas há mais de dez anos que se dedica à medicina antienvelhecimento e à modulação hormonal. Porque é que as hormonas são tão importantes?

Todos os processos metabólicos do nosso corpo estão dependentes do sistema hormonal. As hormonas são mensageiros químicos, secretados principalmente pelas glândulas, que chegam às células, «viajando» através da corrente sanguínea, ligam-se a recetores específicos e dizem às células o que fazer. Controlam, assim, todas as funções do nosso corpo: a pressão arterial, os batimentos cardíacos, o açúcar no sangue, a fertilidade, a função imunológica, o humor e as emoções, a qualidade de sono, o teor de água, o nível de cálcio, a água que bebemos, a urina que excretamos… todas as funções metabólicas destinadas a manter-nos saudáveis são controladas pelo sistema hormonal, que é fundamental manter em equilíbrio. Tanto a falta como o excesso de hormonas causam doença.

É por isso que a modulação hormonal é um dos pilares da medicina anti-envelhecimento?
Sim, quando as hormonas diminuem, com a idade, diminui a qualidade de vida e aumentam as doenças, logo a terapêutica hormonal é fundamental para manter o equilíbrio. Envelhecer não é fácil. Podemos estar mais experientes e sábios, mas se não atuarmos na prevenção teremos mais hipóteses de desenvolver as chamadas «doenças degenerativas», associadas ao envelhecimento: alzheimer, parkinson, diabetes, hipertensão, osteoporose, depressão, demência, tumores… Envelhecer de forma saudável, com alegria, energia, vitalidade, mais saúde e menos doença é tudo o que deveríamos querer e isso é possível com a medicina antienvelhecimento.

A prevenção é indispensável. Faz mais sentido prevenir desde cedo a doença para que os anos vindouros sejam ativos e vigorosos, do que tratar a doença e idealizar asilos e lares, para acolhimento de idosos, supermedicados.

Em que consiste então?
Assenta em cinco pilares: nutrição, exercício físico, suplementação alimentar, modulação hormonal – fundamental e que faz a diferença de facto – e a mudança dos hábitos de vida. É da sinergia destes elementos que podemos aumentar a vitalidade, retardar o envelhecimento e estender eventualmente a longevidade.

O investimento na medicina antienvelhecimento seria importante para aliviar as despesas de saúde que o Estado tem com os mais velhos, por exemplo?
A prevenção é indispensável. Faz mais sentido prevenir desde cedo a doença para que os anos vindouros sejam ativos e vigorosos, do que tratar a doença e idealizar asilos e lares, para acolhimento de idosos, supermedicados, que já não vivem, apenas aguardam a morte. É esta a realidade. Temos de meditar sobre isto e atuar na prevenção urgentemente. Saúde não é apenas ausência de doença. A própria Organização Mundial de Saúde redefiniu o conceito de saúde como «estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e deformidades». Além do mais, as estatísticas referem que 90% dos recursos económicos gastos com cada um de nós, são utilizados a partir dos 65 anos.

Não dá para fazer medicina antienvelhecimento no hospital, público ou privado. As minhas consultas demoram uma, duas, três horas. Tem de se conhecer o doente, tem de se explicar o que é preciso fazer.

O paradigma da saúde, nomeadamente em Portugal, com o serviço nacional de saúde sobrelotado e com tempo contado para as consultas, o que diga-se também acontece no privado, por uma questão de rentabilização, coaduna-se com as mudanças que seria preciso fazer para apostar nesta área?
Não dá para fazer medicina antienvelhecimento no hospital, público ou privado. As minhas consultas demoram uma, duas, três horas. Tem de se conhecer o doente, tem de se explicar o que é preciso fazer, falar de alimentação, exercício físico, suplementação alimentar, modulação hormonal e ainda trabalhar a mudança de hábitos de vida. Não pode simplesmente dizer ao doente que não pode fazer isto e mais isto e mais isto, porque só se vive uma vez, é preciso explicar muito bem as razões, para que seja ele, doente, a querer mudar. Sem sacrifícios.

Os hábitos de vida na meia-idade já são difíceis de perder. É essa a parte mais difícil?
Bom, quem vem à minha consulta não vem para perder tempo nem gastar dinheiro. Ou seguem as minhas orientações ou dou-lhes alta. Os que não deixam de fumar, por exemplo, têm alta. Fumar e fazer terapêutica hormonal é incompatível. As pessoas têm que se compenetrar que é preciso uma mudança dos estilos de vida. Mas é o que lhe digo, se explicar ao doente porque é que não pode comer determinada coisa e porque é que tem que deixar o café, o tabaco, o álcool, o açúcar, ele percebe. Invisto muito tempo a explicar aos meus doentes os mecanismos fisiológicos, porque é fundamental as pessoas perceberem como é importante a sua adesão à terapêutica e às mudanças.

E um doce, de vez em quando, faz mal porquê?
Por exemplo, quando come uma sobremesa depois de almoço faz um pico de insulina (o que leva à proliferação de células adiposas, células tumorais e à baixa de todas as hormonas anabolizantes), que provoca uma hipoglicemia reativa e consequente sonolência sem produção no trabalho (inicia-se cerca de 40 minutos depois), um aumento do cortisol para o reequilíbrio glicémico. Ora, quando o cortisol sobe, as outras hormonas baixam. Resumindo: há que escolher entre aquela sobremesa ou menos uma ruga e mais saúde.

Já o Hipócrates, há dois mil anos, dizia «que o teu alimento seja o teu tratamento». É nisso que temos de pensar antes de o agredir, quando comemos porcarias.

Mas nem um bocadinho de cada coisa? É tolerância zero?
Pois, um bocadinho que mal tem? É a pergunta sacramental. Por exemplo, quando come um doce vai estimular a grelina, a grelina vai ao cérebro – é como na droga – e faz que no dia a seguir volte a comer um doce e não sai desse ciclo a não ser que sofra uma abstinência de três dias e depois mais sete, menos dolorosos, mas tem que os sofrer. Podia dar um antidepressivo para ser mais fácil a abstinência, mas isso não faço. Há que escolher entre energia e vitalidade e a cabeça no sítio ou andar mole, com falta de energia, cansada, E a queixar-se de falta de autoestima. O essencial é ajudar o corpo a funcionar bem. Porque se ele estiver saudável, funciona sozinho. Já o Hipócrates, há dois mil anos, dizia «que o teu alimento seja o teu tratamento». É nisso que temos de pensar antes de o agredir, quando comemos porcarias.

Falou em cortisol. Essa não é a hormona do stress?
É, por isso é que uma mulher em stress tem sempre falta da progesterona, está sempre em dominância estrogénica. A progesterona e o cortisol vêm da mesma molécula, que é o colesterol, têm as mesmas vias de transporte e os recetores são comuns, por isso mulher em stress está sempre em falta de progesterona que seria uma hormona obrigatória de se dar em vez de ansiolíticos. A tensão pré-menstrual (TPM), que diminui a qualidade de vida de tantas mulheres, decorre de falta de progesterona.

A TPM é um pesadelo para a maioria das mulheres.
Mas não tem de ser. Há duas hormonas que têm que estar sempre em equilíbrio: o estradiol e a progesterona. Quando se está em dominância estrogénica, favorece-se o aparecimento de nódulos e quistos nas mamas e no útero e isso é mau. Importante esclarecer: a progesterona não tem nada que ver com as progestinas. A progesterona é diurética, é a hormona da felicidade, da paz e da tranquilidade, é estabilizadora, não aumenta o risco cardiovascular, antes pelo contrário, enquanto a progestina é retentora hídrica, não tem efeitos antidepressivos e tem risco cardiovascular e eventualmente potencia o risco de cancro da mama, quando associado a outros fatores como café, tabaco, álcool, medicações várias…

Quais são as hormonas protetoras?
As que eu trabalho, porque estão cientificamente estudadas e comprovadas, usando-se há mais de 40 anos, e algumas há mais de 100 anos, como a tiroide dissecada de porco, a primeira hormona bioidêntica a ser utilizada, são o estradiol, a progesterona, a tiroide, o cortisol, a hormona do crescimento, a melatonina, a testosterona, a pregnenolona e o DHEA (dehidroepiandrosterona). Faço quase todas em mim. Sou exemplo do que faço. E aos quase 59 anos, que farei no próximo mês, se Deus quiser, corro sete quilómetros, a cabeça trabalha a quinhentos à hora, tenho energia e vitalidade, estou feliz e contente, nunca soube o que era a menopausa.

Mulher que não faça hormonas, com a menopausa terá diminuição da libido, secura vaginal, atrofia das mucosas, incontinência urinária, maior flacidez da pele e do corpo, falta de concentração e memória.

O segredo está então no equilíbrio hormonal?
Sim, mulher que não faça hormonas, com a menopausa terá diminuição da libido, secura vaginal, atrofia das mucosas, incontinência urinária, maior flacidez da pele e do corpo, falta de concentração e memória. Temos hormonas na fase fértil, em que temos que criar os filhos, quando chega a menopausa perdemos, para percebermos que o fim está a chegar. Agora, prolongada a esperança de vida, temos de manter o equilíbrio hormonal para termos qualidade de vida em vez de ficarmos à espera da morte, doentes e supermedicados, a tomar ansiolíticos e antidepressivos, medicamento para os ossos, para a hipertensão, para o coração, para o colesterol e por aí fora.

A medicina antienvelhecimento é uma ameaça à indústria farmacêutica?
Não, ainda bem que existem «remédios». Nada contra a indústria farmacêutica, apenas contra nós médicos que aceitamos os protocolos impostos e que não percebemos como a medicina e as doenças estão a mudar por uma série de fatores onde de facto devíamos atuar, mas para os quais também necessitamos de toda uma ação regulamentar e governamental que não temos. Regulamos muito do que não precisa de ser regulado, e não percebemos como a prevenção é o caminho mais económico para desviar o futuro do caminho catastrófico que está a seguir.

Quem dizer o quê?
«Remédios» não são maus e, de vez em quando, precisamos muito deles. Mas tal qual o nome indica são «remédios». Servem para remediar. Que bom existirem anti-inflamatórios que nos tiram as dores ou broncodilatadores, que podem reverter a aflição de um asmático. Mas aquilo de que precisamos mesmo é de tentar prevenir com estilos de vida saudáveis a doença para não precisarmos deles. Prevenir em vez de remediar. A medicina atual da forma como a fazemos está a prolongar a vida do doente à conta do sofrimento, de o manter doente. Não faz sentido senão numa visão comercial, que não compreendo, pois de que vale o dinheiro sem saúde? E é tudo isto com que não posso compactuar.

Os antidepressivos, os ansiolíticos, as estatinas, que são dos medicamentos mais vendidos do mundo, são aqueles que considera que podiam ser menos administrados se se apostasse na medicina antienvelhecimento. Como e porquê?
Antes de mais, seria necessário mais tempo para ver o doente. Ser médica patologista clínica deu-me todo um conhecimento que me faz perceber o corpo do ponto de vista bioquímico, como um conjunto de reações químicas e não só, que se desenvolvem e que temos de proteger. Dar alguma «coisa» ao utente implica conhecer a que nível celular e em que reação está a atuar. Não acho prática médica aceitável sermos uns técnicos comerciais da indústria onde se tem dor de cabeça dou A, se tem menopausa dou B, se tem dor de barriga dou C, se tem dores articulares dou D, e por aí adiante.

E como é que se evita isso?
Há que perceber a causa para cada sintoma, procurá-la, ajudar a corrigi-la se possível e não apenas tratar apenas o sintoma. Como costumo dizer aos utentes que «precisam de café para estarem ativos», o que temos de ver é porque está com falta de energia e não tapar isso com um estimulante. Há que ir às causas e não aprender a ler apenas sinais e sintomas, chamar um nome à doença e empregar o protocolo que nos é imposto sem questionarmos, pois a grande maioria das vezes médico está assoberbado de trabalho e sem tempo para estudar ou se atualizar, necessitando por isso de «protocolos» para a mísera consulta de 10 minutos que tem com o utente, e onde hoje é chamado a efetuar procedimentos administrativos informáticos em que perde metade deste tempo.

Há cientistas que dizem que em 300 anos a espécie humana extingue-se, por causa do plástico, que é o maior disruptor endócrino.

Muitas das doenças que se dizem do futuro ou do século XXI – depressão, ansiedade, cancro, obesidade, doença cardiovascular, demência – resultam de desequilíbrios hormonais?
Resultam da disrupção endócrina provocada pela quantidade de produtos químicos que criamos na natureza – aditivos, conservantes, estabilizantes, herbicidas, inseticidas, pesticidas, o plástico, que é o principal disruptor endócrino, que são substâncias que vão atuar junto dos nossos recetores hormonais e vão perturbar o sistema endocrinológico. Hoje, a fertilidade caiu para metade, enquanto o cancro, as doenças cardiovasculares ou diabetes tipo 2, que era uma doença de adultos e neste momento já temos crianças a sofrer dela, aumentaram muito. Há cientistas que dizem que em 300 anos a espécie humana extingue-se, por causa do plástico, que é o maior disruptor endócrino, que já está em micropartículas e quando chegar a nanopartícula, que é do tamanho das bactérias e vírus e vai ser absorvido pelo organismo humano, podendo ditar o fim da espécie.

Mas como é que isso acontece?
O sistema endocrinológico funciona como uma chave numa fechadura: a hormona A encaixa no recetor para a hormona A, e a hormona B, não se encaixará nesse mesmo recetor. Os disruptores endócrinos – EDCs (Endocrine Disrupting Chemicals) – são produtos químicos que podem imitar a forma da hormona e podem atuar no recetor em vez da hormona e ao ligarem-se ao recetor da hormona podem imitar o seu efeito, ou bloqueá-lo e originar processos anómalos. Isto pode levar a consequências muito graves à nossa saúde por interferência hormonal. O plástico é o disruptor endócrino principal porque tem na sua composição substâncias semelhantes ao estradiol, como o bisfenol A (BPA), que assim atua no recetor do estradiol, interferindo com o seu normal funcionamento. Na verdade, existem mais de 85.000 EDC já conhecidos, e podemos encontrá-los por toda parte: revestimento das latas, plásticos, produtos de higiene, pesticidas, inseticidas, herbicidas, produtos químicos de limpeza, panelas antiaderentes, medicamentos farmacêuticos, hormonas não bioidênticas, cosméticos…

Isso é um bocadinho assustador.
O nosso corpo tem cerca de 200 produtos tóxicos em cada momento e eles podem perturbar o nosso sistema endocrinológico. E se pensarmos que pequenas doses não nos afetam, e apenas grandes doses podem ser um problema, não poderíamos estar mais errados, dados os efeitos acumulativos dos diferentes tóxicos que temos concomitantemente.

Deve evitar-se tudo o que está dentro de «pacotes» (mesmo numa loja de «produtos naturais») porque já sofreu um processo de alteração até lá chegar.

E o que podemos fazer quanto a isso?
Podemos ser responsáveis e agir. Comece desde já a recusar sacos de plástico e a reutilizar os que já tem. Use de preferência sacos de pano. Um saco de plástico está em média 12 minutos nas nossas mãos e permanecerá eternamente na natureza destruindo-a. Verifique os rótulos e evite produtos que contenham EDC’s que conheça (sim, é uma tarefa difícil, pois quando existentes são diminutos, de letra pequeníssima, praticamente ilegíveis e incompreensíveis para a grande maioria da população). Coma alimentos orgânicos e não processados (os processados são todos os que já passaram por um processo de alteração). Tudo o que está dentro de «pacotes» (mesmo numa loja de «produtos naturais») já sofreu um processo de alteração até lá chegar. Por exemplo: as bolachinhas ultra saudáveis de milho, sem glúten, a soja quase toda geneticamente modificada, as carnes processadas (fiambres, etc.), as gelatinas 0 de tudo, os alimentos sem gorduras, açúcares, tudo o que vem em embalagens de plástico, que é poroso e liberta substâncias químicas para o alimento… Imagine tudo o que tem de ter estabilizante, aditivo, conservante, para se manter num «pacote». E imagine que além destes, há mais mil e um disruptores endócrinos que se libertaram durante o processo de confeção, transporte, armazenamento, etc.

A tiroide é um órgão a que os médicos deveriam dar mais atenção, na altura de procurar as causas deste tipo de doenças? Porquê?
Tem que se ver o doente como um todo, que é isso que faz falta. A pessoa está deprimida e vai ao psiquiatra e dão-lhe um antidepressivo e um ansiolítico. O mesmo com o colesterol e as estatinas. E a função tiroideia? Tem que se ver a ecografia, a clínica e o laboratório, mas a clínica deve prevalecer no diagnóstico. Mais: tratar a tiroide não é dar um comprimido, é tratar o intestino, é tratar a alimentação, é eliminar as toxinas, é tratar o sono, é verificar a interrelação das hormonas e corrigir e só depois é que se dá um comprimido. No meu curso sobre tiroide para médicos (www.gemae.pt) digo sempre assim quando começo: «nas primeiras quatro horas e 55 minutos vamos perceber a tiroide, nos últimos cinco minutos logo falamos sobre como e quando dar o comprimido». É muito importante perceber que pode haver hipotiroidismo e as análises estarem bem.

Quem é que a procura?
O grosso da minha consulta são mulheres na menopausa, com tensão pré-menstrual, ovários poliquísticos, endometriose… Os homens vêm sobretudo pelo cansaço, é essa a queixa principal. As mulheres envelhecem mais depressa que os homens, mas depois dos 60, se o homem não fizer nada, vai a pique e a terapêutica hormonal é fundamental. E tal como na mulher, quanto mais cedo melhor para prevenção de todas as causas de risco de mortalidade.

A modulação hormonal deve ser adaptada a cada pessoa e com estrito acompanhamento médico, não é?
Claro. As hormonas não fazem cancro, mas há tumores estrogeniodependentes. Temos que fazer exames exaustivos além da observação clínica do utente antes de iniciar uma terapêutica hormonal. Ninguém se ponha a fazer hormonas sem controlo e sem um médico que perceba de hormonas a acompanhar. Depende da forma de administração – o estradiol, por exemplo, mesmo bioidêntico tem que ser transdérmico, não pode ser oral, senão aumenta o risco de acidente cardiovascular. Portanto, a modulação hormonal é fundamental e deve ser integrada no conceito da medicina antienvelhecimento.

 

fonte: https://life.dn.pt/saude/ivone-mirpuri/